Âncora

Devocionais fáceis de usar

  • De um Amigo para Outro

    Palavras de Jesus

    [From One Friend to Another]

    Darei a você os tesouros das trevas, riquezas armazenadas em locais secretos, para que você saiba que eu sou o Senhor, o Deus de Israel, que o convoca pelo nome. — Isaías 45:3

    Quando você se sentir sozinho, lembre-se de que Eu o amo com um amor eterno. Sou tocado por tudo o que você vivencia; entendo como se sente e sinto compaixão. Esta fase da sua vida passará, e se lançar todo fardo que estiver carregando sobre Mim, encontrará forças para continuar em frente e permanecer fiel (Salmo 55:22).

    Às vezes, talvez se sinta pequeno e insignificante e se pergunte como o Deus do universo e Criador de todas as coisas poderia entender você e as coisas pelas quais você passa na vida. Mas Eu o entendo completamente porque criei você, cada parte do seu ser — seu corpo, mente e alma, até à menor célula do seu cérebro.

    Eu criei o seu espírito e lhe dei vida; entendo cada pensamento, cada preocupação e medo que você tem. Eu também vivi como ser humano, portanto entendo a solidão, a dor, a perda, o sofrimento e a luta (Hebreus 4:15).

    Talvez você questione: “Se sabe o que estou passando, por que não me ajuda a sair desta situação ou a mudar?” Confie que conheço a sua situação e entendo a dificuldade da sua luta. Mas, conforme entregar seus caminhos a Mim e confiar que O guiarei e orientarei, Eu farei com que todas as suas experiências contribuam juntamente para o seu bem. Eu Me importo com você; cada fio de cabelo da sua cabeça está contado, e conheço cada aspecto da sua vida (Lucas 12:7).

    Confie que tudo o que vivencia está de acordo com a maneira como opero na sua vida, pois o aproxima mais de Mim. Não se preocupe ou desanime com a sua situação, pois não é permanente. Aproveite ao máximo o que está vivenciando agora, pois um dia as coisas mudarão, e então você olhará para trás e perceberá os tesouros que encontrou nos momentos sombrios, e como usei esse tempo para atraí-lo para perto de Mim.

    Escolhendo a perspectiva correta

    A esperança dos justos é alegria. — Provérbios 10:28

    Se você pudesse escolher, preferiria viver em um lugar onde não existe a luz do sol, um lugar sempre nublado e cinzento, onde parece que as pessoas nunca encontram motivo para felicidade ou celebração? Ou preferiria viver em um lugar ensolarado, com brisas refrescantes e pessoas felizes e sorridentes?

    Sempre que decide ver as coisas sob um prisma negativo ou sem esperança, você está caminhando direto para o mundo cinzento e sombrio de negatividade, onde o sol não está brilhando atrás das nuvens e não há esperança de um amanhã melhor. A negatividade é como uma nuvem escura que encobre o lindo céu azul e cria um ambiente triste, cinza e sem alegria.

    Quando você adota uma perspectiva positiva e cheia de fé, está escolhendo viver em um lugar promissor, brilhante e cheio de esperança. Ali, não importa o que aconteça, estou com você e o seu futuro será glorioso por toda a eternidade. É um lugar onde as nuvens não conseguem impedir o sol de brilhar; elas parecem apenas tornar o céu ainda mais azul e lindo. Até mesmo as nuvens e tempestades da vida certamente farão chover bênçãos de amor e maior fé e compreensão.

    A fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova daquilo que foi dito na Minha Palavra — e a certeza de uma vida linda e promissora repleta de alegria (Hebreus 11:1). Escolha uma perspectiva de vida cheia de fé e você experimentará a Minha alegria.

    Grandes vitórias

    Bem-aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração estão os caminhos aplanados… Vão indo de força em força; cada um deles em Sião aparece perante Deus. — Salmo 84:5–7

    Clame a Mim quando estiver cansado ou abatido, e o ajudarei a derrotar os gigantes do desânimo. Eu sou o seu auxílio sempre presente e o seu refúgio quando enfrenta o medo e sentimentos de fracasso (Salmo 46:1).

    Sempre que Me busca quando está cansado e sobrecarregado, eu lhe dou descanso. Eu cuido de você a cada passo da sua jornada na vida, nos momentos fáceis e difíceis, quer sinta que está realizando o que deve, quer não, ou ainda que tenha se desviado do caminho. Minha vara e Meu cajado sempre o guiam e consolam (Salmo 23:4).

    O Meu Espírito cuida de você constantemente, e sempre estive ao seu lado em cada passo e cada provação. Eu vejo o futuro e todas as grandes coisas que tenho reservado para você. Vejo o passado e todas as vidas que foram tocadas, ajudadas e conduzidas a Mim por causa da sua fidelidade em Me seguir e permitir que Eu opere em e através de você.

    Vejo suas obras e o fruto do seu compromisso Comigo. Eu vejo as grandes vitórias conquistadas como resultado do seu amor, da sua perseverança, e das suas orações fervorosas e fidelidade à Minha causa e missão.

    Que a paciência tenha sua obra perfeita

    Mas se esperamos o que ainda não vemos, aguardamo-lo pacientemente. — Romanos 8:25

    Aprender a ter paciência foi uma das maiores lições na vida dos Meus servos na Antiguidade, quando a vida tinha um ritmo bem mais lento. É uma lição difícil de aprender, e o mesmo conselho que foi dado aos Meus filhos há milhares de anos se aplica também hoje: “Espere no Senhor. Seja forte! Coragem! Espere no Senhor” (Salmo 27:14).

    Todas as suas experiências nesta vida o preparam para o futuro, conforme evolui na sua caminhada Comigo e é transformado cada vez mais à Minha semelhança.

    Você se mantém fiel a Mim dia após dia, ano após ano, e talvez pareça que não está aprendendo, crescendo ou realizando muito. Com certeza foi assim que Moisés se sentiu quando estava no deserto cuidando de ovelhas -- mas isso era parte do Meu plano. Esse período na vida de Moisés foi necessário para ele aprender o que precisava para poder Me servir no futuro. Eu o instruí e falei ao seu coração nas horas tranquilas que ele passou Comigo; operei em sua vida para torná-lo o tipo de vaso que ele precisava ser para o chamado especial que Eu tinha para ele.

    Quando sente que sua vida está estagnada, confie que Eu tenho um plano para você. Apegue-se a Mim durante esse período, e Eu o ajudarei a sair desse período como o ouro fino, adequado para o Meu uso (1 Pedro 1:7). Eu lhe confiei um trabalho muito importante, a Minha grande comissão e chamado para compartilhar a Minha verdade, esperança e salvação com os outros. Talvez não tenha um título que será reconhecido e valorizado pelo mundo, mas o destino eterno das pessoas depende disso.

    Coloque-se no lugar do outro

    Alegrem-se com os que se alegram; chorem com os que choram. — Romanos 12:15

    Sugerir que alguém “se coloque no lugar da outra pessoa” é algo bastante comum, mas você já parou para pensar sobre o que realmente significa? Se já tentou fazer isso, provavelmente descobriu que pode não ser muito agradável. Mas colocar-se no lugar de outra pessoa ajuda você a entender melhor o que ela está passando e como amar o próximo como a si mesmo (Mateus 22:39).

    Saber se colocar no lugar da outra pessoa é muito importante para ter empatia de verdade. Então, sempre que tiver dificuldade em se relacionar com alguém, lembre-se de que essa pessoa talvez carregue uma carga de tristezas, conflitos ou lutas que você desconhece. Faça um esforço consciente para se colocar no lugar dela e isso ajudará você a tratá-la com gentileza e consideração e a oferecer encorajamento e esperança.

     Até mesmo os pequenos gestos de amor e apreço podem ajudar muito alguém que se sente invisível, preterido ou sobrecarregado. Você verá que se tentar entender o que a outra pessoa está passando e caminhar ao lado dela, poderá fazer a diferença na vida. Essa atitude mostrará à pessoa que alguém se importa e, em última análise, que Eu me importo com ela.

     Publicado originalmente em 1999. Adaptado e republicado em 2025.

  • Mar 28 O Deus de Toda a Consolação
  • Mar 27 O Sermão da Montanha: Introdução
  • Mar 26 Uma Questão de Lealdade (Atos 3–5)
  • Mar 21 Deus Sabe o Que Você Não Tem
  • Mar 20 Superando a Solidão
  • Mar 17 Amor em Ação
  • Mar 13 Combatendo o Bom Combate
  • Mar 10 O Dia do Senhor
  • Mar 7 Deus é Real?
   

Espaço dos Diretores

Estudos bíblicos e artigos para edificação da fé

  • 1 Coríntios: Capítulo 9 (versículos 1–17)

    [1 Corinthians: Chapter 9 (verses 1–17)]

    Não sou livre? Não sou apóstolo? Não vi Jesus, nosso Senhor? Não são vocês resultado do meu trabalho no Senhor? Ainda que eu não seja apóstolo para outros, certamente o sou para vocês! Pois vocês são o selo do meu apostolado no Senhor(1 Coríntios 9:1–2).

    Paulo inicia este capítulo com perguntas retóricas sobre sua liberdade e seu apostolado. Os apóstolos eram os principais líderes da igreja; juntamente com os profetas, formavam a base da Igreja, pelo que tinham certos direitos, autoridade e responsabilidades.

    Ele também desafia os coríntios ao lembrar que vira Jesus no caminho para Damasco (Atos 9:3–8), afirmando assim que ninguém deveria questionar sua condição de apóstolo. Em seguida, recorda aos coríntios que foi pela sua obra que eles vieram a Cristo, visto que a igreja de Corinto era, de fato, o fruto do ministério de Paulo (Atos 18:1–11). Enquanto os que não o conheciam poderiam ter dúvidas, os coríntios eram, eles próprios, a prova incontestável do seu apostolado.

    As perguntas retóricas neste capítulo sugerem que alguns coríntios que se opunham a Paulo teriam questionado sua autoridade apostólica. O poder do Espírito Santo em sua pregação era tão evidente que os coríntios deveriam ter reconhecido e respeitado seu ministério. Em outra ocasião, Paulo chegou a comparar os crentes a uma carta de recomendação escrita a favor em seu favor (2 Coríntios 3:2), pois a própria conversão deles confirmava sua autoridade.

    Essa é minha defesa diante daqueles que me julgam(1 Coríntios 9:3).

    A seguir, Paulo passa a se defender dos que o julgavam, utilizando outra série de perguntas. Pelo que fora discutido no capítulo anterior (1 Coríntios 8) – tema que ele retomará no capítulo 10 – percebe-se que se arrogavam o direito de comer o que lhes agradasse, inclusive carne sacrificada a ídolos em templos. Esses mesmos indivíduos se ressentiam do ensinamento de Paulo, que recomendava abster-se dessa prática por preocupação com o bem-estar espiritual daqueles cuja consciência era mais fraca e que poderiam se escandalizar (1 Coríntios 8:8–9). Para os que o criticavam, parecia contraditório que Paulo, reconhecendo que tal prática era teologicamente admissível e uma liberdade legítima para todo cristão, insistisse para que os mais fortes se abstivessem em favor dos mais fracos (1 Coríntios 8:10–13).

    Para se defender, Paulo recorre à maneira como escolhera viver. Sua postura quanto ao consumo de carne sacrificada a ídolos não era sinal de fraqueza, mas sim a expressão dos princípios cristãos fundamentais que o guiavam.

    Não temos nós o direito de comer e beber? Não temos nós o direito de levar conosco uma esposa crente como fazem os outros apóstolos, os irmãos do Senhor e Pedro? Ou será que só eu e Barnabé não temos direito de receber sustento sem trabalhar?(1 Coríntios 9:4–6)

    Paulo introduz sua defesa por meio de perguntas e afirmações, questionando a respeito de si mesmo e de Barnabé – este último, um dos primeiros discípulos e companheiro missionário de Paulo:

    1. Paulo e Barnabé tinham o direito a comer e beber enquanto ministravam? Sim.

    2. Tinham o direito a ter esposas crentes consigo, assim como os demais apóstolos? Sim.

    3. Seriam eles os únicos apóstolos desprovidos do direito de serem sustentados pelo trabalho? De maneira alguma.

    Mais adiante, Paulo explica como renunciou voluntariamente a alguns desses direitos, pois alguns dos seus acusadores entendiam que Paulo e Barnabé não usufruíam desses direitos por não serem verdadeiramente apóstolos. Para contrariar esse argumento, Paulo reafirma seus direitos apostólicos. Mesmo sustentando-se confeccionando tendas, ele tinha o direito de ser alimentado e remunerado pelo ministério junto aos coríntios; e, ainda que se mantivesse solteiro para melhor servir aqueles a quem ministrava, também tinha o direito de se casar.

    Quem serve como soldado à própria custa? Quem planta uma vinha e não come do seu fruto? Quem apascenta um rebanho e não bebe do seu leite?(1 Coríntios 9:7)

    Antes de responder por que ele e Barnabé não reivindicaram esses direitos, Paulo fortalece seu argumento usando exemplos cotidianos e referências a outros líderes da igreja:

    1. Algum soldado se sustenta por conta própria? Não.

    2. Os agricultores consomem o que produzem? Sim.

    3. Os pastores bebem o leite produzido pelos seus rebanhos? Sim.

    Ao recorrer a exemplos do dia a dia para evidenciar a legitimidade de seus direitos, Paulo demonstra ser legítimo sustentar-se pelo próprio trabalho.

    Não digo isso do ponto de vista meramente humano; a Lei não diz a mesma coisa? Pois está escrito na Lei de Moisés: “Não amordace o boi enquanto ele estiver debulhando o cereal”. Por acaso é com bois que Deus está preocupado? Não é certamente por nossa causa que ele o diz? Sim, isso foi escrito em nosso favor. Porque “o lavrador quando ara e o debulhador quando debulha, devem fazê-lo na esperança de participar da colheita”(1 Coríntios 9:8–10).

    Paulo faz uma pergunta séria: seriam essas expectativas apenas de uma perspectiva humana ou Deus as confirmou também? Paulo demonstrou que aqueles eram direitos concedidos por Deus, como confirmavam as passagens das Escritura por ele citadas. Para fundamentar o argumento de que a lei do Antigo Testamento sustentava seu direito moral de receber sustento pelo seu ministério, Paulo citou Deuteronômio 25:4: “Não amordacem o boi enquanto está debulhando o cereal”. Nos tempos bíblicos, bois ou cavalos arrastavam uma tábua pesada sobre o grão, circulando ao redor de um poste central; em outras ocasiões, os animais simplesmente pisoteavam o cereal com os pés. A lei do Antigo Testamento não permitia que os agricultores amordaçassem os animais que debulhavam o cereal.

    Ao aplicar à sua situação a Lei do Antigo Testamento Paulo enfatiza que Deus Se importa não apenas com os bois, mas, sobretudo, com os seres humanos. Embora a lei regulasse o trabalho dos animais, sustentava um princípio moral mais profundo: quando o lavrador ara e o ceifeiro debulha, é natural que ambos compartilhem da colheita.

    Se entre vocês semeamos coisas espirituais, seria demais colhermos de vocês coisas materiais? Se outros têm direito de ser sustentados por vocês, não o temos nós ainda mais? Mas nós nunca usamos desse direito. Ao contrário, suportamos tudo para não pôr obstáculo algum ao evangelho de Cristo(1 Coríntios 9:11–12).

    Por ter plantado sementes espirituais em Corinto, Paulo tinha o direito de colher uma remuneração justa por seu trabalho. Destacou que os coríntios se beneficiaram de seu ministério e, por isso, ele tinha um direito ainda maior ao sustento do que os demais líderes apoiados pela comunidade. Contudo, Paulo optou por não exercer esse direito, preferindo suportar dificuldades, para evitar que algo pudesse atrapalhar a propagação do evangelho de Cristo.

    Vocês não sabem que aqueles que trabalham no templo alimentam-se das coisas do templo, e que os que servem diante do altar participam do que é oferecido no altar? Da mesma forma, o Senhor ordenou àqueles que pregam o evangelho que vivam do evangelho(1 Coríntios 9:13–14).

    Em um esforço final para demonstrar a legitimidade de seu direito à remuneração, Paulo recorda como os sacerdotes e levitas judeus eram sustentados pelo templo e partilhavam das ofertas do altar. Ele via, assim, que o Senhor ordenava que os que pregam recebessem seu sustento do evangelho – possivelmente fazendo alusão também à instrução de Jesus aos apóstolos em Lucas: Fiquem naquela casa e comam e bebam o que derem a vocês, pois o trabalhador merece o seu salário. Não fiquem mudando de casa em casa(Lucas 10:7).

    Entretanto, Paulo esclarece:

    Mas eu não tenho usado de nenhum desses direitos. Não estou escrevendo na esperança de que vocês façam isso por mim. Prefiro morrer a permitir que alguém me prive deste meu orgulho(1 Coríntios 9:15).

    O argumento de Paulo demonstrava de forma contundente que ele merecia ser remunerado por seu ministério. A justiça comum amparava sua posição e, mais importante, a própria lei bíblica endossava essa visão. Não havia motivo para que ele não fosse compensado por seu trabalho.

    Embora pudesse exigir que aqueles a quem ministrava o sustentassem, Paulo recusou-se. Abdicou dessa prerrogativa para afastar qualquer controvérsia relacionada ao seu apostolado. Ele não estava reclamando o direito de ser sustentado pelos coríntios, mas afastando qualquer dúvida sobre suas intenções. Paulo não queria que ninguém resistisse ao evangelho por pensar que ele pregava por interesse financeiro; antes, almejava continuar “se gloriando” com as boas novas da graça de Deus em Jesus.

    Contudo, quando prego o evangelho, não posso me orgulhar, pois me é imposta a necessidade de pregar. Ai de mim se não pregar o evangelho! Porque, se prego de livre vontade, tenho recompensa; contudo, como prego por obrigação, estou simplesmente cumprindo uma incumbência a mim confiada.(1 Coríntios 9:16–17).

    Paulo desejava continuar pregando sem receber compensação dos coríntios, afirmando que era compelido a fazê-lo – não por escolha, mas por chamado divino. Sabia que, se não cumprisse essa ordem, estaria sujeito ao juízo de Deus.

    Com frequência, Paulo lembrava que ele e outros cristãos eram movidos pelo desejo de obter recompensa e louvor celestiais. Não queria perder as bênçãos eternas que viriam por pregar voluntariamente, com zelo e sem remuneração. Se não valorizasse sua pregação ou recebesse qualquer compensação pelo seu trabalho, estaria apenas cumprindo um dever, roubando a evangelização do patamar de uma verdadeira missão. Por isso, voluntariamente, ele renunciou ao direito da remuneração financeira.

    (Continua.)


    Nota
    A menos que indicado o contrário, todas as referências às Escrituras foram extraídas da “Bíblia Sagrada” — Tradução NVI.

    Copyright © 2025 A Família Internacional.

  • Mar 3 1 Coríntios: Capítulo 8 (versículos 1–13)
  • Fev 20 1 Coríntios: Capítulo 7 (versículos 17–40)
  • Fev 5 1 Coríntios: Capítulo 7 (versículos 1-16)
  • Jan 24 1 Coríntios: Capítulo 6 (versículos 1–20)
  • Dez 23 Praticando Todas as Virtudes
  • Nov 26 Virtudes para os seguidores de Cristo: Domínio Próprio
  • Nov 12 1 Coríntios: Capítulo 5 (versículos 1–13)
  • Nov 5 Virtudes para os seguidores de Cristo: Mansidão
  • Nov 4 Virtudes para os Seguidores de Cristo: Fidelidade
   

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