• Eis que estou convosco sempre, até à consumação dos séculos.

  • Sua alegria. Nossa força.

  • Nós O amamos porque Ele nos amou primeiro.

  • O louvor é a essência da adoração a Deus.

  • Deus é bom. Sempre.

Âncora

   

Espaço dos Diretores

  • Jesus — Sua Vida e Mensagem: João 14: O Consolador

    [Jesus—His Life and Message: John 14: The Helper]

    O capítulo 14 de João, que começamos a estudar no artigo anterior, continua com Jesus falando aos discípulos antes de Sua prisão e julgamento. Anteriormente, falara-lhes sobre crerem nEle e lhes fez uma promessa maravilhosa:

    E farei tudo o que pedirdes em meu nome, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.[1]

    No transcurso de Suas instruções aos Seus discípulos, Jesus mudou de assunto no versículo 15 para lhes explicar sobre o Espírito Santo.

    Se me amais, guardareis os meus mandamentos. Eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que esteja convosco para sempre, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece. Mas vós o conheceis, pois habita convosco, e estará em vós.[2]

    Jesus começou esse tópico com uma condicional (Se): Se me amais, guardareis os meus mandamentos.[3] Lembrou aos discípulos que se realmente O amassem, isso seria manifestado na maneira como guardassem Seus mandamentos. Insistiu nesse ponto novamente no versículo 21. Sua linguagem remete ao tom usado no Antigo Testamento, quando Deus diz faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos.[4]

    Eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que esteja convosco para sempre.…[5]

    Na iminência de Se separar fisicamente dos discípulos, Jesus explica que o Pai enviaria outro Consolador que estaria com eles permanentemente. Nesta tradução (ECA, e também na RA e CRF), diz que o Pai enviará um Consolador; outras traduções referem-se a um Auxiliador (NTLH), Conselheiro (NIV), Ajudante (AA), ou Advogado (KJA). O Consolador estará com os crentes para sempre; o Espírito Santo não nos será tirado.

    o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece. Mas vós o conheceis, pois habita convosco, e estará em vós.[6]

    O Advogado agora é chamado de “Espírito da verdade”. É interessante notar que Jesus acabara de Se descrever como “a verdade” e no início deste Evangelho lemos que “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.”[7] A verdade está conectada à Trindade.

    Jesus então contrastou a atitude do mundo com a dos discípulos no que diz respeito à relação com o Espírito. O mundo não o vê, pois não percebe nem podem aceitar o Espírito. As pessoas do mundo desconhecem as atividades, presença ou existência do Espírito e, portanto, não engajam em relacionamento com o Espírito Santo. No entanto, os crentes conhecem o Espírito Santo porque o Espírito habita neles.

    Jesus passou a falar sobre a maneira como Ele se manifestaria a Seus discípulos.

    Não vos deixarei órfãos; virei para vós. Ainda um pouco e o mundo não me verá mais, mas vós me vereis. Porque eu vivo, vós também vivereis. Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós.[8]

    Três vezes neste Evangelho, Jesus falou sobre Se afastar de Seus discípulos.[9] Anteriormente, neste capítulo, disse que partiria, mas voltaria. Se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estou estejais vós também.[10] Nesse caso, entende-se que esse retorno se refere à Sua Segunda Vinda. Contudo, quando Jesus diz o mundo não me verá mais, mas vós me vereis, está falando da Sua ressurreição, quando ressurgiria fisicamente para mais uma vez estar com Seus discípulos.

    Com a expressão ainda um pouco, Jesus indicou não Se referir ao futuro distante, mas ao que aconteceria em breve. Após Sua iminente crucificação, o mundo não O veria mais, mas Seus discípulos sim, quando Ele ressurgisse dos mortos. No livro dos Atos, lemos que após ressuscitar, Jesus, Se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, e falando do que respeita ao reino de Deus.[11]

    A ressurreição de Jesus era a garantia de que Seus discípulos (e todos os futuros crentes) não seriam vencidos pela morte. Porque eu vivo, vós também vivereis. Visto que Jesus ressuscitou, todos os crentes viverão para sempre – uma mensagem que Jesus já comunicara neste Evangelho: Da mesma forma como o Pai que vive me enviou e eu vivo por causa do Pai, assim aquele que se alimenta de mim viverá por minha causa.[12]

    Ao dizer Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós, Jesus Se referiu à Sua ressurreição. Depois de verem Jesus ressuscitado e passarem 40 dias com Ele, os discípulos entenderiam muito melhor o conceito da habitação de Cristo no Pai e da habitação mútua envolvendo Cristo e os crentes. Jesus estava em Seu Pai e os discípulos estavam em Jesus assim como Ele estava neles.

    Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama. E quem me ama será amado de meu Pai, e eu também o amarei e me manifestarei a ele.[13]

    Aqueles que se internalizam os mandamentos de Jesus, que os acolhem no coração e na alma, são os que O amam. Ele fala não apenas em “ter” os mandamentos, mas também em “guardá-los”. Remete à importância de obedecer aos ensinamentos de Jesus e torná-los parte do nosso dia a dia. Os que assim fazem são os que O amam e quem O ama é amado pelo Pai. É a esses que Jesus diz que Se manifestará. Sem entrar em detalhes, garante que de alguma forma Ele Se manifestará para aqueles que O amam.

    Disse-lhe Judas, não o Iscariotes: Senhor, por que pretendes manifestar-te a nós, e não ao mundo?”[14]

    De acordo com duas listas de discípulos (Lucas 6: 14–17 e Atos 1:13), esse Judas é conhecido como filho de Tiago. Alguns comentaristas dizem que ele pode ter outro nome, Tadeu, citado em outras listas dos apóstolos.[15] Judas provavelmente perguntou o que os outros também pensavam. Queria saber o sentido de Jesus Se manifestar aos discípulos, mas não ao mundo. Judas provavelmente tinha o pensamento judaico padrão, pois esperava que o Messias mostrasse Sua glória aos olhos de todo o povo, e parecia que algo havia mudado.

    Respondeu-lhe Jesus: Se alguém me amar, guardará a minha palavra. Meu Pai o amará, e viremos para ele e nele faremos morada.[16]

    Anteriormente, Jesus enfatizara que o amor verdadeiro se expressa em ações.

    Se me amais, guardareis os meus mandamentos.[17]

    Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama.[18]

    Aqueles que amam Jesus cumprirão a Sua palavra, ou seja, obedecerão à Sua palavra no dia a dia, em vez de apenas terem conhecimento da Sua palavra. Ele também declarou que os que O amam e guardam Sua palavra serão amados pelo Pai, e que tanto o Pai como o Filho nele faremos morada. Essa morada não é um lugar para hospedagem temporária, mas uma habitação permanente. Jesus estava dizendo que os crentes vivenciarão a presença de Deus.

    Quem não me ama não guarda as minhas palavras. Esta palavra que ouvis não é minha, mas do Pai que me enviou.[19] 

    Jesus também falou o lado reverso ou negativo. Aqueles que não amam Jesus não guardarão Suas palavras, Seus ensinamentos. Este Evangelho vê o amor como algo prático e não como algo emocional. O amor envolve obediência. Jesus enfatiza que Suas palavras, Seus ensinamentos, não são dEle, mas do Pai. Disse isso várias vezes ao longo deste Evangelho.

    O meu ensino não é meu. Ele vem daquele que me enviou.[20]

    Nada faço de mim mesmo, mas falo como o Pai me ensinou.[21]

    Eu não falei de mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, me prescreveu o que dizer e de que falar.[22]

    O Filho, que foi enviado pelo Pai, entrega a mensagem do Pai.

    (Continua.)


    Nota

    A menos que indicado o contrário, todas as referências às Escrituras foram extraídas da “Bíblia Sagrada” — Tradução de João Ferreira de Almeida — Edição Contemporânea, Copyright © 2001, por Editora Vida.


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    [1] João 14:13–14.

    [2] João 14:15–17.

    [3] João 14:15.

    [4] Êxodo 20:6.

    [5] João 14:16.

    [6] João 14:17.

    [7] João 4:23–24.

    [8] João 14:18–20.

    [9] João 13:33, 36; 14:2–4.

    [10] João 14:3.

    [11] Atos 1:3.

    [12] João 6:57 NVI.

    [13] João 14:21.

    [14] João 14:22.

    [15] Mateus 10:3, Marcos 3:18.

    [16] João 14:23.

    [17] João 14:15.

    [18] João 14:21.

    [19] João 14:24.

    [20] João 7:16.

    [21] João 8:28.

    [22] João 12:49.

     

  • Jun 8 Jesus — Sua Vida e Mensagem: João 14: O Caminho, a Verdade e a Vida
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  • Mai 25 Jesus — Sua Vida e Mensagem: Lavando os Pés dos Discípulos (2ª Parte)
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