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Âncora

  • Mais Vale Ter um Fardo

    Scott Hubbard

    [Better to Have a Burden]

    Antigamente, o jovem Jacó corria veloz como a gazela por onde ele bem queria. Mais tarde, ele mancava.

    Uma vez, David liderou os exércitos de Israel sem nenhum rival. Mais tarde, ele fugiu pelo deserto, cercado de inimigos.

    Certa vez, Paulo viajou e pregou sem nenhum espinho na carne. Mais tarde, ele orou, afligido e curvado, pedindo uma misericórdia que não receberia.

    Muitos de nós também podemos nos lembrar de uma vez em que a vida e o ministério pareciam mais tranquilos. Nessa época, éramos mais produtivos, havia menos empecilhos. Nosso corpo não nos perturbava tanto. Enfrentávamos menos críticas. Não tínhamos ainda passado por nenhum relacionamento rompido. Mas nos movemos mais lentamente hoje em dia, nossas costas estão mais dobradas. Mancamos. Estamos rodeados e com espinhos.

    É uma tentação imaginar como poderíamos ser frutíferos sem tais fardos. Certamente seríamos melhores pais, líderes, trabalhadores, cristãos, se pudéssemos correr mais rápido! Não colaboraríamos mais para o Reino de Deus?!

    (Continue lendo aqui. Há também uma versão em áudio disponível no topo da página).

     

  • Jan 30 A História das Dez Virgens
  • Jan 27 Por que Sofremos?
  • Jan 24 Não É sobre o seu Desempenho
  • Jan 20 Deus É Eternamente Fiel à Sua Promessa
  • Jan 17 Saber Ouvir
  • Jan 16 Fé nos Momentos Incertos
  • Jan 11 Estar na Presença de Deus É Suficiente
  • Jan 10 Auxílio Sempre Presente
  • Jan 9 O Caminho, a Verdade e a Vida
   

Espaço dos Diretores

  • 1º Tessalonicenses: Capítulo 2 (2ª Parte)

    [1 Thessalonians: Chapter 2 (Part 2)]

    Na primeira parte do segundo capítulo de 1 Tessalonicenses, Paulo lembrou aos cristãos tessalonicenses que ele e seus companheiros não buscavam a glória nem fizeram exigências àqueles recém-convertidos. Em vez disso, trabalharam dia e noite para não se tornarem um fardo financeiro para eles.

    Vós e Deus sois testemunhas de quão santa, e justa, e irrepreensivelmente procedemos para convosco, os que credes. Assim como bem sabeis de que modo vos exortávamos e consolávamos, a cada um de vós, como o pai a seus filhos, para que andásseis de um modo digno de Deus, que vos chama para o seu reino e glória.[1]

    Como fizera anteriormente (v. 5), Paulo invocou duas testemunhas, os tessalonicenses e o próprio Deus, para atestarem seu caráter. Ambas sabiam que Paulo e seus companheiros haviam agido de maneira santa e piedosa. Declararam que havia evidências claras de que suas ações estavam de acordo com a lei de Deus, com a lei humana e que seu comportamento era irrepreensível. Isso serve para enfatizar a integridade do caráter e da conduta de Paulo “para convosco, os que credes”.

    Paulo passou a lhes lembrar da conduta dele e de seus parceiros enquanto estavam com eles. Os apóstolos se portaram como o pai a seus filhos. Concentrou-se no seu trabalho de educação e orientação na vida dos crentes tessalonicenses. Um autor explica: Paulo se compara a uma enfermeira ou mãe quando quer destacar o amor e afeição que tem por seus leitores, mas a um pai quando quer se concentrar em seu papel de ensinar e treinar convertidos.[2] Nos antigos escritos greco-romanos e judaicos, os pais eram frequentemente descritos como figuras de autoridade que eram os governantes da casa. No entanto, esta imagem é equilibrada por outros escritos que retratam o amor e a devoção de um pai. É esta última visão dos pais que é destacada na carta de Paulo aos Tessalonicenses.

    O papel de Paulo e seus companheiros como o pai a seus filhos é expressa por três ações por eles adotadas: exortaram, animaram e cobraram os tessalonicenses de andar de uma maneira digna de Deus. Paulo faz uso da imagem de ser um pai com seus filhos algumas vezes em suas cartas às igrejas.

    Não escrevo estas coisas para vos envergonhar, mas admoesto-vos como a meus filhos amados.[3] 

    Agora estou pronto para ir ter convosco pela terceira vez, e não vos serei pesado, porque não busco o que é vosso, mas sim a vós. Afinal de contas, não devem os filhos entesourar para os pais, mas os pais para os filhos.[4] 

    Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós.[5]

    Paulo também usou a imagem do pai em relação ao seu relacionamento com Timóteo.

    Mas bem sabeis qual a sua experiência, e que serviu comigo no evangelho, como filho ao pai.[6]

    A Timóteo, meu verdadeiro filho na fé: Graça, misericórdia e paz da parte de Deus nosso Pai e de Cristo Jesus, nosso Senhor.[7]

    Como um pai, Paulo exortou, encorajou e cobrou que os tessalonicenses andassem de um modo digno de Deus. Ao longo das cartas de Paulo, ele usa o verbo andar para se referir a como as pessoas se comportam (andam) diante de Deus.

    Digo, porém: Andai no Espírito, e não satisfareis à concupiscência da carne.[8]

    Andemos honestamente, como de dia; não em glutonarias, nem em bebedeiras, nem em orgias e dissoluções, nem em contendas e inveja.[9]

    Portanto, como prisioneiro do Senhor, rogo-vos que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados.[10]

    Portanto, assim como recebestes a Cristo Jesus, o Senhor, assim também andai nEle.[11]

    Paulo conclui o versículo 12 descrevendo Deus como aquele que vos chama para o seu reino e glória. Mais à frente na mesma epístola, Paulo também se refere a Deus como Fiel é o que vos chama, o qual também o fará.[12]

    Pelo que também damos sem cessar graças a Deus, porque, havendo recebido de nós a palavra da pregação de Deus, a recebestes, não como palavra de homens, mas (segundo é, na verdade), como palavra de Deus, a qual também opera em vós, os que credes.[13]

    Os fundadores da igreja de Tessalônica — Paulo, Silas e Timóteo — continuamente davam graças a Deus por aqueles que haviam respondido tão bem à palavra de Deus que haviam pregado. Os tessalonicenses reconheceram que o que ouviram foi uma mensagem sagrada e não alguma filosofia seca ou palavra do homem. Eles receberam e aceitaram como de Deus. Esta palavra estava agora operando na vida daqueles na igreja. Embora os fundadores da igreja não estivessem mais fisicamente com eles, a palavra de Deus continuou a operar na vida dos convertidos de Tessalônica.

    Que a pregação de Paulo era a palavra da pregação de Deus foi confirmado pela maneira como ela está operando nos crentes. Os tessalonicenses abraçaram o ensinamento de Paulo como a palavra de Deus e sabiam que por isso Deus operava em suas vidas. Paulo não declarou exatamente o que era essa operação, mas provavelmente foi a conversão dos tessalonicenses da idolatria (1:9–10) e a manifestação do fruto do Espírito em suas vidas. Eles sabiam que a Palavra de Deus havia transformado suas vidas.

    Pois vós, irmãos, vos tornastes imitadores das igrejas de Deus que na Judeia estão em Cristo Jesus: Padecestes de vossos próprios concidadãos o mesmo que eles padeceram dos judeus, os quais também mataram o Senhor Jesus e os seus próprios profetas, e a nós nos perseguiram. Eles não agradam a Deus, e são contrários a todos os homens, e nos impedem de falar aos gentios para que estes sejam salvos.[14]

    Paulo comparou a perseguição que a igreja de Tessalônica estava sofrendo com a que os da Judeia padeceram. Paulo sabia muito bem o que os cristãos na Judeia haviam sofrido, visto que ele próprio em dado momento estivera envolvido na perseguição deles. Saulo (mais tarde chamado Paulo) assolava a igreja, entrando pelas casas e, arrastando homens e mulheres, os encerrava na prisão.[15]

    Os cristãos na Judeia haviam sofrido nas mãos de seus próprios compatriotas, e os de Tessalônica estavam passando por dificuldades semelhantes. Embora o problema em Tessalônica tenha sido originalmente provocado pela comunidade judaica, rapidamente atraiu a população local de tessalonicenses, bem como os líderes cívicos, oficiais e os politarcas, que eram os governadores eleitos da cidade.

    Mas os judeus, movidos de inveja, tomaram consigo alguns homens perversos dentre os vadios e, ajuntando o povo, alvoroçaram a cidade e, assaltando a casa de Jasom, os procuravam para entregá-los ao povo. Mas não os achando, trouxeram a Jasom e alguns irmãos à presença das autoridades da cidade, clamando: Estes que têm alvoroçado o mundo, chegaram também aqui, os quais Jasom recolheu. Todos estes procedem contra os decretos de César, dizendo que há outro rei, Jesus. Alvoroçaram a multidão e as autoridades da cidade, que ouviram estas coisas. Tendo, porém, recebido fiança de Jasom e dos demais, os soltaram. Assim que escureceu, os irmãos enviaram a Paulo e Silas para Bereia.[16]

    Os gentios tessalonicenses eram os que perseguiam os crentes, embora a perseguição inicial viesse da sinagoga local. Não temos detalhes sobre que tipo de perseguição ocorreu, mas provavelmente incluiu rejeição social, abuso verbal, acusações e talvez ataques físicos que podem ter resultado no martírio de alguns. Tendo feito a comparação entre a perseguição que os tessalonicenses sofreram da parte de seus compatriotas e como os judeus perseguiram as igrejas da Judeia, Paulo passou a falar de forma bastante negativa do povo judeu.

    Paulo apresenta seis pontos em suas acusações contra a oposição judaica. Nos dois primeiros, acusa-os de terem matado o Senhor Jesus e os seus próprios profetas. Ao narrarem o momento em que Jesus foi condenado à morte por Pôncio Pilatos, o procurador romano, tanto os Evangelhos quanto o livro de Atos mostram a responsabilidade da comunidade judaica em Jerusalém, incluindo tanto as autoridades religiosas quanto a população em geral, por Sua execução.[17] (Deve ser enfatizado que, enquanto alguns da comunidade judaica em Jerusalém foram responsáveis pela morte de Jesus, o judaísmo em geral não é responsável. Portanto, qualquer forma de antissemitismo é anticristã e errada.) Os profetas que foram mortos de que Paulo estava falando provavelmente foram Isaías, Miquéias e Amós, que foram todos martirizados.

    O terceiro ponto foi que, no tempo de Paulo, os judeus se opuseram ao plano de Deus, como visto pela perseguição aos apóstolos — e a nós nos perseguiram. Paulo e aqueles que pregavam o evangelho eram muitas vezes expulsos das cidades e ameaçados por seus habitantes.[18] Nesse caso, eles haviam sido expulsos de Tessalônica.

    A quarta acusação foi que eles não agradam a Deus. Agradar a Deus era um conceito importante tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. Paulo mencionou isso duas vezes em 1 Tessalonicenses.[19] Nesse caso, destaca a oposição e pecados dos líderes judeus que resistiram aos mensageiros de Deus (v. 15-16). Acrescentou também que os judeus se voltam contra aqueles que não são de sua raça, ao dizer que são contrários a todos os homens. Em Atos, lemos que a comunidade judaica em muitas cidades tentou impedir que Paulo e seus associados falassem aos gentios e, em algumas ocasiões, conseguiram silenciá-los.[20]

    Na quinta acusação, Paulo disse que os judeus nos impedem de falar aos gentios para que estes sejam salvos.[21] Paulo afirmou que sua “hostilidade para com todos os homens” é vista em sua tentativa de impedir que ele e sua equipe compartilhem a mensagem de salvação com os gentios. Em Tessalônica, seus esforços abreviaram o ministério de Paulo. Ele prossegue dizendo que a obstrução de seu testemunho aos gentios é o ponto culminante de uma longa história de pecado deles, e que a oposição ao ministério dele é apenas mais um exemplo de resistência a Deus. Portanto, eles estão sofrendo a ira de Deus.

    Paulo termina com uma declaração chocante, A ira de Deus caiu sobre eles afinal.[22] Paulo não estava falando sobre julgamento futuro, mas de alguma manifestação da ira de Deus que acontecera então, sobre a qual os leitores de sua carta tinham conhecimento.

    Tendo escrito sobre a recepção do evangelho pelos crentes tessalonicenses e a oposição judaica à missão de Paulo aos gentios, Paulo voltou ao seu relacionamento com os tessalonicenses e sua tristeza por sua separação deles.

    Nós, porém, irmãos, sendo privados da vossa presença por algum tempo, de vista, mas não de coração, tanto mais procuramos com grande desejo ver o vosso rosto. Por isto quisemos ir ter convosco, pelo menos eu, Paulo, não somente uma vez, mas duas, e Satanás nos impediu.[23]

    Embora Paulo e seus companheiros estivessem separados dos crentes tessalonicenses, pretendiam retornar. Era uma separação breve. Enquanto estavam longe, fizeram tudo o que puderam para assegurar aos tessalonicenses seu amor por eles. Também fizeram o possível para lhes explicar que o fato de não terem voltado não significava desinteresse pelos convertidos. Embora estivessem separados da igreja, eles ainda tinham carinho pelos tessalonicenses.

    O desejo de Paul era voltar e sua equipe se esforçou muito para tentar isso, mas a oposição foi forte. Satanás nos impediu. Contudo, conseguiram enviar Timóteo de volta à igreja. Pelo que, não podendo suportar mais o cuidado por vós, achamos por bem ficar sozinhos em Atenas, e enviamos Timóteo, nosso irmão, ministro de Deus e nosso cooperador no evangelho de Cristo, para vos confortar e vos exortar acerca da vossa fé.[24] Algum tempo depois, Paulo pôde retornar à Macedônia e Tessalônica.[25]

    Pois qual é a nossa esperança, ou gozo, ou coroa de glória na presença de nosso Senhor Jesus na sua vinda? Não sois vós? Na verdade, vós sois a nossa glória e o nosso gozo.[26]

    Paulo e seus companheiros explicaram que uma das razões pelas quais eles queriam rever os tessalonicenses era que a igreja era a fonte de sua alegria. Reconheceram que no Juízo Final, tanto eles quanto os tessalonicenses deveriam se apresentar a Deus e que esse momento seria de grande alegria, pois receberiam uma coroa quando apresentassem os tessalonicenses perante o Senhor.

    Os crentes tessalonicenses eram a glória e alegria de Paulo e sua equipe, sua fonte de honra. Como comentou um autor: Em meio a todas as suas aflições e angústias, esta igreja os encheu de alegria superabundante.[27]

    (Continua.)


    Nota

    A menos que indicado o contrário, todas as referências às Escrituras foram extraídas da “Bíblia Sagrada” — Tradução de João Ferreira de Almeida — Edição Contemporânea, Copyright © 2001, por Editora Vida.


    [1] 1 Tessalonicenses 2:10–12.

    [2] Jeffrey A. D. Weima, 1–2 Thessalonians: Baker Exegetical Commentary on the New Testament (Grand Rapids: Baker Academic, 2014), 154.

    [3] 1 Coríntios 4:14.

    [4] 2 Coríntios 12:14.

    [5] Gálatas 4:19.

    [6] Filipenses 2:22.

    [7] 1 Timóteo 1:2. Ver também 1 Timóteo 1:18, 2 Timóteo 2:1–2.

    [8] Gálatas 5:16.

    [9] Romanos 13:13.

    [10] Efésios 4:1.

    [11] Colossenses 2:6.

    [12] 1 Tessalonicenses 5:24.

    [13] 1 Tessalonicenses 2:13.

    [14] 1 Tessalonicenses 2:14–16.

    [15] Atos 8:3. Ver também 1 Timóteo 1:13–14.

    [16] Atos 17:5–10.

    [17] Marcos 3:6; 14:1; 15:14–15; João 5:18; 7:1; 8:59; 11:45–53; Atos 2:23, 36; 3:13–15; 4:10; 5:30; 7:52.

    [18] Atos 9:23–25; 13:50; 14:4–6, 19–20.

    [19] 1 Tessalonicenses 2:4, 4:1.

    [20] Atos 13:48–52; 14:2,19.

    [21] 1 Tessalonicenses 2:15–16.

    [22] 1 Tessalonicenses 2:16.

    [23] 1 Tessalonicenses 2:17–18.

    [24] 1 Tessalonicenses 3:1–2.

    [25] Atos 20:1–3.

    [26] 1 Tessalonicenses 2:19–20.

    [27] Gene L. Green, The Letters to the Thessalonians (Grand Rapids: William B. Eerdmans Publishing Company, 2002), 156.

     

  • Jan 17 1º Tessalonicenses: Capítulo 2 (1ª Parte)
  • Jan 3 1º Tessalonicenses: Capítulo 1
  • Dez 6 1º Tessalonicenses: Introdução
  • Nov 29 A Esperança do Natal
  • Nov 22 A História de Rute (4ª Parte)
  • Nov 8 A História de Rute (3ª Parte)
  • Out 25 A História de Rute (2ª Parte)
  • Out 18 Decisões, Decisões
  • Out 11 A História de Rute (1ª Parte)
   

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